Histórias Itinerantes

Botica de Histórias

onde dói?

 

 O QUE É?

 

Uma Botica é um estabelecimento em que se preparam e vendem medicamentos.

Nesta ação performática e narrativa, ofereceremos aos participantes uma Botica de Histórias.

 

Pergunta disparadora: Onde dói?

 

Aqui a ideia de remédio atua menos como dependência de uma substância química mas como re-mediação - entrar em contato com uma conexão que foi obstruída/rompida por meio das histórias de tradição oral - um recurso auxiliador na busca de mediações perdidas no tempo.

 

 

COMO ACONTECE?

 

Duas performers munidas de tabuleiro pendurado no pescoço cheio de frascos de várias cores e tamanhos + um músico multi-instrumentista percorrem um espaço oferecendo histórias (re)mediadoras de todos os males.

 

Munidas de perguntas inusitadas e aparelhos de medição poética, os performers entrevistam os participantes e enfim escolhem um frasco que contém um desenho-título de história que depende da falta, da busca ou do mal que assombra o entrevistado.

 

Abrimos o frasco e de dentro tiramos uma música e uma história sob medida para aquele encontro.

 

Nos despedimos com um palito médico (de observar a garganta) onde estará gravado algum ditado popular

como: “o que não tem remédio, re – mediado está”

 

 

concepção e direção: AS RUTES.

desenhos guardados nos frascos: Fernando de Almeida.

performers: Cristiana Ceschi, Cristiano Meirelles, Sarah Elisa.

foto: Alexandre Paulain e Fernando Antônio. 

 

Troco Histórias

Uma troca de histórias especial para ambientes de feira livre, praças e parques onde muitas pessoas circulam em busca de produtos, mercadorias.

 

Montamos uma" barraca de histórias" onde os participantes podem escolher se querem ouvir uma histórias de tradição oral (amor, aventura, engraçada ou de mistério) e, em troca, ouvimos uma história que deve ser significativa para quem conta.

 

Aos poucos vamos espalhando as histórias que nos contaram...

 

No final, em uma roda de histórias com hora marcada, compartilhamos as histórias e ouvimos mais outras tantas.


Na roda, o caixote é um lugar de anúncio, do discurso e quando fica vazio abre para espaço para alguém mais sentar e contar. 
É um portal.
E assim, as histórias vão sendo contadas, ouvidas, recontadas, trocadas...

 


Concepção e direção: As Rutes

performers convidados: Ésio Magalhães e Cristiano Meirelles.


 

direitos reservados - Cristiana Ceschi

ilustrações do cabeçalho: Beatriz Carvalho